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Periodicidade

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Alguns temas exigem um trabalho de preparação, visitas, leituras, entrevistas e geram posts longos. Apesar de às vezes registrar alguns passeios, o objetivo desse site não é o de postar uma miríade de fotos de caminhadas como nos posts do Instagram e sim usar as caminhadas como ponto de partida para pensar nas questões que afetam a cidade.

Conteúdo

O CAMINHADAS URBANAS é onde eu posto ideias sobre as grandes e, principalmente, as pequenas questões da cidade, aquelas que afetam a vida de quem anda, de quem está nos espaços públicos e vive a vida cotidiana.

Nos últimos meses, publiquei posts variados sobre:

  • Espaços de convivência e de conflitos: Praça Roosevelt, Parklets, Minhocão, Largo da Batata, terminais de transporte
  • Questões que a cidade está discutindo: pichação e grafite, carnaval, zoneamento, barulho, ciclovias
  • Grandes caminhantes: pessoas que ainda inspiram o olhar sobre a cidade – João do Rio, Thoreau,Virginia Woolf, Jane Jacobs, Álvares de Azevedo
  • Com que idade as crianças podem sair de casa sozinhas
  • A falta de urbanidade nas caras operações urbanas
  • Como o waze pode estar afetando a qualidade da vida nas ruas de bairro
  • Surpresas que a cidade esconde para quem está na rua

Nos próximos meses, vamos falar da troca do Parque Augusta, da pior avenida da cidade para quem anda, do Plano de Desenvolvimento Metropolitano, e do barbeiro que corta o cabelo dos clientes e corre vinte quilômetros para voltar para casa, e do que mais aparecer, sempre com o ponto de vista da escala humana.

O foco

Acredito numa cidade onde o espaço público possa ser parte integrante das nossas vidas.

As pequenas experiências cotidianas são a verdadeira teia da cidade e servem como um parâmetro para avaliar a qualidade das grandes intervenções urbanas.

Andar até o supermercado em segurança, sentar para mandar uma mensagem, aguardar o ônibus com conforto, encontrar vizinhos, acompanhar crianças em suas brincadeiras. A qualidade da vida nas calçadas é um termômetro da saúde da cidade.

Apreciamos parques para poder fugir um pouquinho da vida cotidiana e para não fazer nada por um tempo, mas também precisamos de bons lugares integrados à cidade, praças, largos, prédios públicos, museus, plazas, e, claro, boas calçadas, onde a vida acontece.

É a soma disso tudo que forma a rede de espaços públicos da cidade.

A grande aspiração é que, com todos os problemas que temos, possamos dizer que a cidade está melhorando um pouquinho a cada dia.

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